| Moblogs
uma nova forma de interagir, e de reclamar
Fonte: Business 2.0 USA - Primeiro foi a internet com suas salas de chat e listas de discussão. Depois os blogs, que permitem a qualquer um expressar opiniões na rede. Agora chegou a vez do moblog abreviação para mobile weblogging que permite que a reclamação multimidia parta de qualquer esquina, corredor de loja ou fila de checkout. A partir de telefones celulares, palmtops, camaras digitais ou laptops equipados com comunicadores wireless, o moblog embaça as fronteiras entre o mundo real, o mundo virtual e o esforço de imagem corporativa. Um exemplo disso ocorreu no final de 2002, na conferência PC forum, quando o CEO da Qwest, Joseph Nacchio, acabou no paredão. Utilizando laptops com equipamento wi-fi, espectadores na platéia iniciaram um confronto ao trocarem mensagens sobre as transações de Nacchio com as ações da empresa. A situação deve piorar para as empresas quando a tecnologia melhorar. O novo palmtop Sidekick da T-Mobile permite a seus portadores enviar imagens e texto a um mobile weblog chamado Hiptop Nation (hiptop.bedope.com). Alguns usuários já estão utilizando a tecnologia para criar caso. Durante uma semana típica de dezembro, um cliente insatisfeito da Wal-Mart postou imagens das tumultuadas filas de checkout, enquanto que outro partcipante fazia blague com o chiclete Extra enviando uma foto do produto com o slogan modificado "Dura um tempo Extra pequeno". Por enquanto, as reclamações estão leves, mas isso é só o começo. A questão é como reagir quando a massa enfurecida bater nos portões corporativos? Nick Wreden, autor do livro "FusionBranding: Como forjar sua marca para o futuro", afirma que a primeira medida é contatar os críticos. "A Monsanto, que tornou-se um pára-raios devido a seus alimentos geneticamente modificados, abriu espaço para críticas em seu site", diz ele. Alan Siegel, presidente do conselho da empresa de branding estratégico Siegelgale, recomenda que as empresas tenham uma equipe de respostas a crises de plantão para endereçar publicidade negativa. "Não adianta culpar a tecnologia. Este é um sistema de alarme adiantado para pequenos problemas que podem crescer para se tornarem enormes". |
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