Pesquisa indica que a resposta para malas-diretas está em ascensão

Fonte: DirectNews

USA - A mala-direta provocou mais respostas nos consumidores em 2002 do que em 2001, diz uma pesquisa realizada pela Vertis.

Pouco mais de um terço dos entrevistados respondeu ter reagido positivamente a uma solicitação de marketing direto, seja por mala-direta, por telemarketing, site na web ou email, durante um período de 30 dias em 2001. Esse número aumentou 42% em 2002 segundo a Vertis.

Esta melhoria pode se dever em parte a alguns grupos etáreos ou étnicos terem ficado mais à vontade com o uso da internet, um meio que oferece mais uma forma para que os clients respondam a ofertas de marketing direto.

Os nascidos entre 1956 e 1964 – chamados de jovens baby-boomers – lideraram na resposta. Em 2001, 36% delesw reagiram positivamente. Em 2002, esse número chegou a quase 50%. Segundo executives da Vertis, a explicação pode estar no fato desta ser uma geração que ainda está correndo riscos e buscando o prazer, sendo também uma geração que aceita bem ofertas especiais. Esse grupo também estava bem disposto a fazer doaçnoes para caridade, com 41% em 2001 ce 59% em 2002.

Os homens elevaram seu percentual neste grupo de 45% em 2001 para 57% este ano. Os homens nunca tinham estado com força no segnmento dos grandes doadores, mas os eventos de setembro de 2001 parecem ter mudado isso.

Em geral, pouco menos de 50% fizeram doações pelo correio em 2001, chegando a quase 60% este ano.

Outras descobertas da pesquisa incluíram:
Enquanto a leitura de peças de mala-direta permaneceu estável, 55% nos dois últimos anos, dentre os lares com renda superior a US$75.000,00 anuais, ela subiu de 53 para 59%.

Entre os consumidores nascidos antes de 1930, a taxa de leitura aumentou de 65% para 75%.

Finalmente, enquanto o número total de leitores de material relacionado ao mercado financeiro e cartões de crédito caiu de 34 para 32%, entre adultos com mais de 50 anos, a taxa aumentou de 27 para 31% e na faixa acima dos 65 anos, ela aumentou de 18 para 27%. A vertis atribui a tendência ao fato dos mais velhos estarem se esforçando para controlar suas vidas financeiras em um momento de crise.