| Comitê
elabora código de ética para e-mail marketing
Fonte: IDG
Now "Esta era uma das prioridades da nova gestão da AMI, que assumiu em outubro do ano passado", afirma Marcelo Santiago, presidente da Associação e do Conselho integrado por Antônio Carletto, vice-presidente e diretor geral da Ogilvy One e da Ogilvy Interactive, Fernand Alphen, diretor de criação da F-Nazca e diretor de ética da AMI, Gil Giardelli, vice-presidente de novos negócios da E-mail Company, Matinas Suzuki, co-presidente do iG, e Patrícia Peck, especialista em Direito de Internet e responsável pelo planejamento estratégico da Y&R 2.1. Para diferenciar o envio de e-mails de publicidade da prática de spam, o Comitê sugere que o código de ética do e-mail marketing seja baseado na permissão do internauta (opt-in) e que os e-mails com conteúdo publicitário não sejam enviados a endereços eletrônicos corporativos gerais. "E-mail não é identidade virtual. É um endereço virtual assim como telefones e endereços residenciais. Portanto, é passível de constar em listas e de ser alvo de mensagens. O objetivo do Comitê é criar parâmetros e padrões para que se evitem abusos", explica Santiago. Segundo a Jupiter Communications, as receitas mundiais com e-mail marketing irão atingir US$ 7,3 bilhões em 2005 e o volume de mensagens atingirá a média de 1,6 mil e-mails por caixa postal até o final deste ano. Com base nas discussões entre os integrantes, em melhores práticas internacionais e em uma pesquisa sobre a imagem do e-mail marketing junto aos mercados corporativo e de consumo, o Comitê pretende disseminar o código de ética entre outras associações do mercado, que englobem tanto agências, como fornecedores de listas e provedores de acesso à Internet, incluindo a Associação Brasileira dos Provedores de Acesso, Serviços e Informações da Rede Internet (Abranet).
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