| Pesquisa
da Forrester indica crescimento da fatia do ecommerce no varejo Fonte: dmnews USA -- A Forrester Research apresentou os resultados de sua recente pesquisa sobre ecommmerce na última edição do Shop.org, a conferência nacional do varejo, realizada semana passada em Nova Iorque. Segundo a empresa de consultoria americana, as vendas no varejo eletrônico devem fechar esse ano em torno de US$95,7 bilhões. As projeções para o ano que vem são de US$ 122,6 bilhões, subindo para US$149,2 bilões em 2005, US$176,8 bilhões em 2006, US$204,3 bilões em 2007 e US$229,9 bilhões em 2008. Esse valor representa no momento 3% do total do varejo, chegando a 8% em 2008, afirma a Forrester. Esses números incluem as vendas dos sites de viagens e de leilões online. Contudo, as vendas projetadas para este ano representam apenas 2,5 vezes as vendas de um gigante do varejo como Sears, Roebuck and Co. e 40% da receita da Walmart. Em 2000, a Forrester contabilizou 43,8 milhões de lares americanos com acesso à internet. No ano seguinte, a cifra subiu para 63,3 milhões de lares. Em 2003, a expectativa sobe para 67,5 milhões de lares. Entretanto, embora o número de lares conectados tenha aumentado consistentyemente, o percentual de lares que efetuam compras online permanece estável. Eram 50% em 2000, houve uma ligeira queda para 49% em 2001 e uma pequena subida, para 51% em 2002 e em 2003. A empresa de consultoria afirma ser difícil expllicar esses percentuais, mas sente-se otimista com o crescimento do número de categorias de itens adquiridos, que subiu de 4,4 em 2000, 6,6 em 2001, 7,5 em 2002 e 8,1 neste ano. No início, as pessoas compravam livros, música e videos. À medida que a taxa de confiança subiu, passaram a adquirir artigos mais caros. A disseminação do acesso de banda larga deve alterar ainda mais esse cenário. Dos lares conectados, 37% usam conexão discada, enquanto que 61% já utilizam acesso de banda larga. Os varejistas deverão notar diferenças ainda maiores no estudo da Forrester: consumidores de conexão discada gastaram em média US$324 online nos últimos 3 meses, enquanto que os de banda larga gastaram US$552 no mesmo período. Outrosw números refletem a superioridade do consumidor com banda larga. A renda média anual do consumidor com conexão discada é de US$53,200 enquanto que a do consumidor com banda larga é de US$70,500. A idade média dos primeiros é de 47 anos e a dos segundos é de 43. Apenas 34% dos consumidores com conexão discada têm diploma superior, contra 55% na banda larga. Na mesma seqüência, 39% das famílias com conexão discada têm crianças menores de 18 anos contrapostos a 41% na banda larga. Criuanças são um grande fator de influência na adoção da banda larga. Na separação por sexo, as mulheres são 55% dos usuários com conexão discada ao passo que representam apenas 42% na outra ponta, embora seja apenas uma questão de tempo para que as mulheres se equiparem aos homens nesse quesito. Alguns outros estudos já apontam uma pequena dianteira para as mulheres. Como o evento Shop.org se refere a consumo através de múltiplos canais, a tendência é cada vez mais evidente. Em primeiro lugar, catálogos estão em todos os lugares: impressos, nas caixas de correio, nas lojas, na web. Segundo a Forrester, os catálogos não morreram, eles estão apenas mudando de forma e função, continuando muito importantes para o varejo. O contrário também vem ocorrendo, com a web migrando para as lojas, com quiosques, palmtops e telas interativas nas prateleiras. Os atendentes de loja podem guiar os consumidores em sua interação online, checando os estoques para artigos e conhecendo o site da empresa. A última
tendência é trazer a loja para o espaço online, com
a busca de transplantar a experiência da loja para o mundo virtual.
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