| Encerramento
da 86th DMA
Por: Marisa Furtado - Dia-a-Dia com a Fábrica A 86th DMA foi o reflexo das dificuldades atualmente enfrentadas pela nossa indústria, especialmente nos USA. Sentimos neste ano uma DMA mais contida, mais apreensiva. Menos superioridade, mais realidade. A face abatida de Bob Wientzen traduz bem os tempos difíceis que estão regendo a nossa atividade, principalmente na terra do tio Sam. No geral, as sessões de abertura não tiveram o mesmo peso e encanto das conferências anteriores. Tudo aconteceu de forma mais econômica, com menos ostentação, menos conferencistas, menos conferências e muitíssimo menos brasileiros. A ausência da ABEMD por aqui também nos fez um pouco mais órfãos no Orange Convention Center. Mas conceitos relevantes foram amplamente difundidos. Ordem do dia: criar relacionamento com as marcas. Reposicionar o ser humano à frente da tecnologia, em todo o processo. Entender a questão da auto-regulamentação não como perda aparente de negócios no presente, mas como um ganho inestimável no futuro. Enxergar a diferença entre gerenciar custos e gerenciar clientes, gerar lucro e gerar valor. Reforçar a integridade de nossa indústria através do respeito à privacidade, banindo práticas como tmkg abusivo, SPAMs, Junk Mails, apelos e freqüência excessivamente hard sell. Aprendemos que os clientes aprenderam a ter escolha com a Internet. E com isso estão mais céticos e na defensiva, mudando completamente o nosso jeito de transacionar com eles. A escolha em termos de canal exige ser multicanal. Em matéria de tempo, o call to action já, agora tornou-se relativo. O incremento imediato de resposta nem sempre representa um bom sinal. Na área de custos, não existe escolha: é investir ou investir. O cliente anda muito cético em relação a tudo. Logo, logo estará sentado em frente à DRTV, mas nada passivo, simplesmente comandando ainda mais o show. Guardadas as proporções, agora é hora de voltar ao Brasil e nos antecipar às mudanças que virão. Tentar prever o imprevisível. Já dizia o ditado: o homem que não conhece a sua história, está fadado a repeti-la. Esse é o grande aprendizado que fica para mim da DMA deste ano. Para refrescar, proponho um brinde de encerramento, com suco de laranja, bem típico Flórida! Cheers! This is the end, folks!
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