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DMA 2006 - O consumidor é o rei
por Alastair Tempest, diretor geral da Federação Européia de Marketing Direto e Interativo
Efraim Kapulski e eu estivemos participando do congresso anual da DMA esse mês, junto com outros 26 líderes de associações de marketing direto e 12 mil delegados.
O CEO e presidente da DMA abriu o congresso com um discurso sobre o rápido desenvolvimento do Marketing Direto e a necessidade de assegurar que o consumidor seja atingido.
Nós concordamos inteiramente! A chave para fazer um bom Marketing Direto é respeitar o consumidor. Se você escrever ou ligar para um consumidor de forma rude, abrupta, arrogante, o retorno do seu investimento vai ser desapontador. Você não irá reter seus bons consumidores e conquistar novos consumidores.
Alguns anos atrás, a Wunderman produziu um maravilhoso livreto sobre classificar o assunto telefonemas "Serviço com uma Confusão", tudo sobre o mau serviço e como isso ultimamente destrói até os melhores e antigos relacionamentos.
Mau serviço pode também ser excesso de correspondência, oferta mal direcionada ou excesso de telefonemas e e-mails. Nós todos, da comunidade do Marketing Direto, temos que reconhecer nossa responsabilidade perante o respeito coletivo ao consumidor. Agora, que é realmente grande o desafio da auto-regulamentação (ou"melhores práticas") jogamos uma cartada vital, mas também é uma matéria para o senso comum, não é?
David Ogilvy, o grande pioneiro do Marketing Direto moderno, disse que os profissionais de Marketing Direto sempre deveriam perguntar a si mesmos se suas famílias concordariam em receber esse tratamento criativo. Isso é o mesmo para quantia e freqüência de mensagens de Marketing Direto. Se seus pais, esposa ou filhos reagem mal ao serem chamados com freqüência, ou e-mails constantes, então não faça isso.
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