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Pesquisa da PUC-SP radiografa o call center brasileiro Segundo a pesquisa, em 64% das centrais de atendimento (próprias e terceirizadas) as vendas aumentaram nos dois últimos anos. Com isso, está nos planos de 67% das empresas contratar mais funcionários em 2006. A utilização do e-mail no contato com o consumidor (72%) já supera o fax (67%), sendo que a tecnologia VoIP já está presente em 25% dos call centers estudados. A pesquisa envolve 19 países, entre eles EUA, Canadá, Filipinas, Índia, Austrália, Grã-Bretanha, Alemanha, Suécia, Polônia e África do Sul. No exterior é coordenada pelas Universidades de Sheffield (Reino Unido) e Cornell (EUA). Veja abaixo outros destaques: • O principal setor contratante de call center é o de serviços financeiros, seguido pelos de varejo, telecomunicações, seguros, saúde e editora/gráfica; • Mais da metade dos call centers (76%) foram implantados após o processo de privatização do setor de telecomunicações, em 1998, mostrando que o ambiente mais competitivo permitiu a redução nos custos de implantação; • Cerca de 80% das centrais de atendimento estão no eixo São Paulo – Rio de Janeiro , mas há presença significativa também na região Sul (5%); • Em tamanho : 25,4% dos call centers têm mais de 500 PAs (posições de atendimento); 24,6% têm entre 100 e 500 PAs e 50% têm mais de 10 PAs, mostrando que há espaço no mercado para diferentes tipos de empresa; • Na hora de conquistar clientes , a estratégia mais utilizada pelos call centers é a entrega de um serviço diferenciado (63%); • A grande maioria dos atendentes é composta por mulheres (76,8%); • O tempo médio inicial de treinamento observado na amostra é de 4,4 semanas. Nos call centers próprios essa média é de 5,4 semanas e nos terceirizados é de 3,5 semanas. • Do total de atendentes, 74% possuem o 2º grau . 22%, curso superior. |
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