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Agências de Marketing Direto disputam verbas
Fonte: Gazeta Mercantil


Apesar da situação de retração da economia de nosso país, o marketing direto é um dos poucos segmentos que apresentarão crescimento este ano.

Um bom exemplo é o da Rapp Collins, empresa do grupo norte-americano Omnicom, líder do segmento nacional, que tem a estimativa de crescimento de até 5% este ano sobre os R$ 12,7 milhões do ano passado. Abaetê de Azevedo, presidente da Rapp Collins no Brasil, aposta que, daqui a 10 anos, as atenções das empresas estarão centradas em recursos de telemarketing e mala direta para estimular seus negócios, em vez de divididas em ações promocionais e campanhas de publicidade.

Projeções como a de Azevedo, incomodam a concorrência e ganham destaque especial por conta do encolhimento das verbas publicitárias.

Agências de propaganda admitem que o faturamento de R$ 12,8 bilhões do ano passado, dificilmente será alcançado este ano.

Uma das evidências disto é que as associações de propaganda e publicidade se reuniram e estão veiculando campanhas na televisão para tentar estimular os anunciantes.

Já existe o reconhecimento do crescimento do marketing direto, que ganhou um ranking auditado, elaborado pelo Projeto Inter-Meios da Editora Meio & Mensagem. O ranking demonstra que as dez primeiras empresas do setor já movimentam cerca de R$ 55 milhões. Um montante ainda inexpressivo, em relação ao US$ 190 bilhões que o segmento representa nos Estados Unidos, algo em torno de 56% dos investimentos publicitários do país.

O Instituto Brasileiro de Database Marketing (IDBM), faz uma projeção similar para o mercado brasileiro, e acredita que o marketing direto representa cerca de 12% da aplicação da verba em propaganda.


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