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Reformulações
no B2B
Fonte:
Gazeta Mercantil
O e-commerce entre
empresas no Brasil, ainda engatinha, mas a necessidade de
reformulações já é evidente.
Com retorno mais lento dos investimentos e o mercado com
menor receptividade do que se esperava, empresas como a General
Electric (GE) redirecionam o foco B2B. O grupo,
cuja receita chegou a US$ 130 bilhões no ano passado,
reestruturou sua unidade de negócios para prover
soluções B2B - a Global eXchange Services
(GXS).
O ajuste atinge 30 dos 58 países em que a GXS está
presente. Em 2000, a unidade teve uma receita equivalente
à US$ 500 milhões, o que representa apenas 0,38% do
faturamento total do grupo. Houve corte de funcionários,
cerca de 320, a maioria na matriz (EUA) e em outras
localidades, incluindo o Brasil. Todo o ajuste foi
realizado em função da redução da atividade
econômica mundial.
O mercado especula que não se trata apenas de um ajuste,
acredita-se que a GXS vai ser desativada.
A GE nega a veracidade de tal especulação, diz que a
operação está consolidada e continua confiante nas
perspectivas de longo prazo do Business-to-Business.
Dentro de casa, a empresa garante colher frutos de sua
empreitada digital. Na compra de material de escritórios
e suprimentos, a GE economizou cerca de US$ 1,6 bilhão
com as negociações feitas através da internet.
No Brasil, a Promom, presente nas áreas
de engenharia, telecomunicações e tecnologia da
informação, anunciou recentemente o fechamento de seu
portal B2B, o Bidare. O projeto consumiu R$ 18 milhões e
encerra suas operações no final de setembro.
O portal Latinexus, dos grupos nacionais
Bradesco e Votorantim e
dos mexicanos Cemex e Alfa,
passa por uma série de reavaliações. O início das
operações previsto para março, foi adiado para julho e
os investimentos reduzidos de US$ 75 milhões para US$ 40
milhões.
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