Magazine Luiza: lojas
virtuais são tão rentáveis quanto as físicas O Magazine Luiza, rede varejista de Franca, interior de São Paulo, com 108 lojas, desde 1992 começou a praticar o comércio eletrônico. O conceito? Lojas eletrônicas, sem estoque e com computadores e vendedores atendendo o consumidor. Com essa receita, o Magazine Luiza vendeu 39 milhões de reais no ano passado pela internet. Boa parte disso foi feito por intermédio das 18 lojas virtuais (34 milhões de reais). O restante foram compras diretas pelo site da empresa na Web. Com essa estratégia, o Magazine Luiza conseguiu, sem grandes custos, abrir lojas em cidades com menos de 50 mil habitantes, onde não se justificaria a presença física devido aos altos custos para manter estoques. Com essa estratégia, este canal sempre foi lucrativo. Mas há três meses, de acordo com Frederico Trajano Rodrigues, gerente de comércio eletrônico do Magazine Luiza, a rentabilidade do canal e-commerce é igual ao de qualquer loja física. Eu não quero comprar faturamento a qualquer custo. Minha operação sempre busca ao equilíbrio, declara o executivo. Hoje temos a mesma rentabilidade líquida da loja convencional. Atualmente, o Magazine Luiza conta com 23 lojas virtuais. Até o final do ano tem planos de inaugurar mais cinco lojas. O faturamento de comércio eletrônico, numa estimativa conservadora, deve ser de 50 milhões de reais. |